Creio

Os pontos de fé da Igreja Adventista da Promessa são:

    1. A BÍBLIA SAGRADA – A PALAVRA DE DEUSConforme Isaías 34.16, cremos que a Bíblia Sagrada é o livro do Senhor. Inspirada, Revelada e Iluminada pelo Espírito Santo, foi produzida por homens santos.
      II Tm. 3.15-17 II Pd. 1.20-21 Rm. 15.4

      • É verbal: Provenientes de Deus: O Testemunho de Jesus:
        Mt 5.17-18 Jo 10.34-35 Mt 22.43-45
        Os textos são inspirados:
        2 Tm 3.16 Ex 24.4 Is 30.8,2 Sm 23.2 Mt 4.4,7 Lc 24.27,44 I Co 2.13 Ap 22.19
        A Bíblia diz que suas palavras vieram da parte de Deus.
      • É plena: Todas suas partes são inspiradas.
        2 Tm. 3.16 Rm. 15.4.
      • É autoritativa: Sua inspiração lhe concede autoridade. Sua autoridade é divina.
        Jo. 10.35 Mt. 4,7,10-15, 22.29 Lc. 16.17
      • É inerrante: Não contém erros.
        Hb. 6.18Jo. 17.17
    2. A Criação e a Triunidade Divina

      Cremos que a criação de todas as coisas, inclusive do homem como ser humano, foi obra das mãos de Deus, Gn 1.1, 26, revelado, nessa ação, pela Divindade
      Jo. 1.3 Hb 1.2 Jó 33.4 Sl 104.30

      Cremos na Triunidade Divina: Pai, Filho e Espírito Santo. O Deus único, revelado nas três pessoas da Santíssima Trindade
      Jo 1.18 15.26 Mt 28.19 2 Co. 13.13

    3. Criação, Queda e Restauração do Homem

      O homem saiu perfeito das mãos de Deus, mas, pelo livre arbítrio, pecou pela transgressão da ordem divina, no Éden
      Gn 1.26-27 2.16-17 3.1-6, 17-19
      Ali mesmo, Deus deu ao homem a promessa da redenção,
      Gn 3:15
      Essa Promessa divina cumpriu-se em Jesus, o Redentor prometido e enviado ao mundo, para remissão do pecador
      Lc 19.10 At 5.30-31

    4. Jesus: “Mediador e Salvador”

      Cremos que Jesus, o Filho de Deus, foi enviado ao mundo para cumprir a divina promessa da redenção. Morrendo na cruz pelos nossos pecados, como Cordeiro de Deus, tornou-se nosso único Mediador e salvador
      Jo 1.29 Jo 14.6 1Tm 2.5 Lc 2.11 Jo 4.44

    5. Arrependimento e Conversão

      São os dois passos decisivos para o Pecador que aceita Jesus como Salvador e Senhor de sua vida.

      Em virtude de a pregação de Jesus ser um chamado ao arrependimento, Mc 1.15, Pedro, no Pentecostes, começou o seu diálogo com a multidão falando da necessidade desse arrependimento, At 2.38, cujo resultado é a conversão que é fruto do Espírito Santo, capaz de levar o arrependido a mudar a direção de sua vida, do caminho da morte para o caminho da vida eterna
      At 3.19 26.18-20 1Ts 1.9

    6. O Batismo do Arrependimento

      Cremos que o batismo é a porta de entrada à comunhão da igreja. Deve ser realizado na forma de imersão, para cumprir o seu simbolismo, e em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo
      Mt 3.6, 16 Rm 6.3 Cl 2. 12, Mt 28:19

    7. Batismo no Espírito Santo

      Cremos no batismo no Espírito Santo, como promessa anunciada como promessa confirmada como promessa cumprida. Essa bênção divina não se limitou ao Cenáculo, mas acompanhou a Igreja de Deus e chegou até nós Cremos, também, que as línguas estranhas são o sinal do batismo no Espírito Santo, como referidas nos testos acima.
      Is 44.3 JI 2.28-30 Mt 3.11Lc 24.49At 1.5At 2.1, 33At 2.39, 10.44-46, 19. 1-61Co 14.2

    8. Dons Espirituais

      Cremos nos dons espirituais como dádiva divina á igreja de Deus. Cremos que eles operam para aquilo que for útil quando o Espírito Santo quer conforme a relação de 1 Coríntios 12. 8-10, são 9 os dons espirituais:
      1) Palavra da sabedoria
      2) Palavra do Conhecimento
      3) A Fé
      4) Dons de Curar
      5) Milagres
      6)Profecia
      7 ) Discernimento de Espíritos
      8 ) Variedades de Línguas
      9)Interpretação de Línguas. Esses dons são, portanto, obra exclusiva do Espírito Santo, e se manifestam para a edificação da igreja
      I Co 12.7, 111 Co 12.111ICo14.12

    9. Ordenanças Instituídas por Cristo

      Cremos nas ordenanças como cerimônias religiosas-espirituais, dados por Cristo à sua igreja. São elas: O Batismo por imersão e a ceia do Senhor. Deve fazer parte da cerimônia da ceia, o Lava-Pés, como instituído por Jesus
      3.1, 6 Jo 3.23 Lc 22:19-20 1Co 11.23-25 10.16 Jo 13:4-17.

    10. Reverência às Coisas Santas

      A reverência é uma atitude de profundo respeito do ser humano às coisas santas. O crente deve reverenciar: a Deus. Tudo deve ser feito em respeito à palavra de Deus
      Ec 5.1 1Tm 3.15Lv 27. 28-32

    11. A Sã Doutrina

      Denomina-se sã doutrina o conjunto de doutrinas bíblicas. Há muitos ensinos religiosos que configuram heresias e doutrinas estranhas; por isso, a sã doutrina deve ser a prova da verdade. Com base nisso, o próprio Jesus citou doutrinas de homens e o autor da carta aos hebreus lembra que há doutrinas estranhas. Nesse sentido a sã doutrina existe para colocar a verdade eterna na sua real posição
      Mc 7.7 Hb 13.9 Tt 1.9 1 Tm 1.10

    12. Santificação no Porte e na Conduta Cristã

      Cremos que o crente em Jesus torna-se “nova criatura”. A partir daí, sua maneira de viver, referente ao porte cristão e à conduta do caráter, deve refletir Cristo na vida da pessoa. As formas velhas do procedimento mundano não se coadunam mais com a mente renovada pelo santo evangelho. Em todas as circunstâncias da vida, o crente deve ser luz para não produzir escândalos
      Fp 2.151Co 10.3211Pe 3.2-4

    13. Abstinência e Temperança

      Cremos na lei que regula o direito aos alimentos permitidos e declarados limpos, especialmente no que se refere às carnes, conforme o capitulo 11 de Levíticos. As referências às coisas imundas passam por toda a Bíblia, para orientar os fiéis na obediência à palavra soberana de Deus.
      Jó 14.4Is 65.4 Jó 14.4 66.17 Jó 14.42 Co 6.17 Jó 14.4Ap 18.2

    14. A Oração e sua Eficácia

      Cremos que a oração é o meio de o crente falar com Deus. É na oração que ele agradece, louva e suplica ao senhor, que lhe responde, o que é maravilhoso e benéfico ao crente que ora com fé naquele que tudo pode. Embora a oração possa acontecer em várias circunstâncias e em momentos diferentes, Is 38. 2-5; Jn 2. 1, adotamos, para os trabalhos regulares e oficiais, a oração de joelhos, como forma de adoração e reverência, e em conjunto.

      Sl 69.13 Is 59.7 1Rs 18.36-38 Fp 2.10 Rm 14.11 At 20.35-36 At 1.14 12.5

    15. Cura Divina

      Cremos que Jesus pode curar as enfermidades, pois é promessa de sua palavra. A cura divina pode ser alcançada pela imposição das mãos, pela oração confiante, e pela unção com óleo, ministrada pelo pastor ou pelo presbítero. Há casos em que se manifesta os dons de curar.

      Mc 16.18 At 4.30 Tg 5.16 Mc 16.18 Tg 5.16 Tg 5.14 1Co 12:9

    16. Os Dez Mandamentos

      Cremos que a lei moral, contida nos dez mandamentos, deve ser observada pelo crente em Cristo Jesus, cremos que a Lei é eterna e não findou na cruz do Calvário. Ao contrário do que muitos ensinam, a morte de Jesus na cruz não anula a obediência aos seus ensinamentos. Dessa forma, a guarda aos dez mandamentos é a prova de que amamos a Deus

      Mt 5.17 Sl 7-8 Rm 2.13 Jo 14.21 15.10 1Jo 2.4 3.24

    17. Sábado, dia de Repouso

      Cremos que o sábado é o dia de repouso cristão, que foi abençoado e santificado por Deus, na criação. Na entrega da lei, no monte Sinai, o sétimo dia, denominado sábado, aparece como o dia abençoado e separado para o repouso do povo de Deus. A semana permanece, portanto, como formada na criação, composta por sete dias; logo, o sétimo continua sendo o dia de repouso. Em toda a Bíblia, não há nenhuma menção de mudança do dia de sábado para outro qualquer. Jesus confirmou a bênção da criação, dizendo: O Sábado foi feito por causa do homem, o que equivale a dizer: enquanto o homem existir sobre a face da terra , o sábado lhe será o dia de repouso.

      Gn 2.2 Ex 20:8-11 Mc 2.27

    18. Distinção das leis Moral e Cerimonial

      Cremos que há distinção entre a lei moral e a lei cerimonial. A lei moral é composta por dez mandamentos, e foi escrita pelo próprio Deus, em duas tábuas de pedra. É chamada de lei perfeita, lei da liberdade, lei de Deus, a verdade, não é sombra, porque é chamada lâmpada e luz, foi guardada dentro da arca, que por sua vez, estava no lugar santíssimo do Tabernáculo. A lei cerimonial contem todas as instruções referentes ao trabalho do santuário, e, por ordem de Deus, foi escrita por Moisés em um livro, guardada fora da arca, ao seu lado, 25-26.Todos os regulamentos religiosos e festivos de Israel estavam nessa lei, que, por isso, é chamada lei de ordenanças. Era considerada sombra das coisas futuras, portanto, não se confunde com a lei moral. As duas aparecem nitidamente separadas.

Dt 4.13 Ex 31.18Sl 19.7Tg 2.12Rm 7:22 25 Sl 119.142 Pv 6:23 Ex 25.10-22 Lv 16.2 Dt 31.24 Ef 2.15 Cl 2.14-16 Cl 2.17 Hb 10.1; I Co 7.19

  1. Manutenção da Obra: “Dízimos e Ofertas”

    Cremos que o dízimo é uma determinação legal a todos filhos de Deus. Foi instituído para a manutenção do ministério eclesiástico, Num 18.21, como ordena a Bíblia: Trazei todos os dízimos à casa do tesouro.

    O dízimo representa a décima parte dos proventos da pessoa. Dessa forma, o crente que é fiel entrega o dízimo em obediência à Palavra e numa forma de louvor e agradecimento a Deus. Já as ofertas são voluntárias, uma vez que o crente contribui segundo suas condições e o seu coração.

    Ml 3.102 Co 9:7

  2. Submissão às Autoridades e Liberdade de Consciência

    A Bíblia determina que haja submissão, por parte dos crentes, às autoridades seculares, e às autoridades religiosas. A liberdade de consciência é um direito garantido a todo cidadão, pela Constituição Nacional. Isso garante ao Crente exercer a sua fé, sem constrangimentos ou censuras. A consciência cristã deve ser, também, praticada e respeitada.

    Rm 13. 1-7Hb 13.7 e 17Dn 3.12-18 At 21.37-40 22.25-29

  3. O Casamento, o Lar e a Família

    Cremos que o casamento entre um homem e uma mulher é a base e a segurança da família, pois um lar não é feito de pedras frias da casa (o edifício), mas , essencialmente, de amor, compreensão, respeito, comunhão e submissão, o que só se pode conseguir numa família legitimamente constituída sob as bases legais e sobre a benção do Deus eterno. Por isso Paulo aconselha que todo casamento seja realizado no Senhor, isto é, conforme a vontade de Deus.
    1 Co 7.39

  4. O Ministério Eclesiástico

    Cremos que o ministério eclesiástico começou em Cristo, na escolha dos doze discípulos e, depois, dos setenta. A escolha e a ordenação passou pelo ministério apostólico, seguindo, através da historia da igreja, até nossos dias.Cremos que há na Bíblia, dois graus de consagração: diaconato e presbítero. Os títulos-pastor, missionário, evangelista e obreiro – dizem respeito à função e não ao ofício.

    Mt 10.1-6Lc 10. 1-2At 13.1-31Tm 4.14Tt 1.5At 6.1-61Tm 3.1,2 e 8-111 Pd 5.1

  5. 23. Imortalidade condicional

    Cremos que o homem é mortal por natureza. Na morte, ele permanece em estado de inconsciência, e só voltará à vida pela ressurreição, quando, então, os justos herdarão a recompensa e receberão a coroa da vida. Só quem possui a imortalidade inerente é Deus.

    Ec 9.5, 10 IS 38.18-19 Sl 146.3 e 4 Jo 5.28-29 1Co 15.51-54 1Ts 4.15-16 Lc 14:14 2 Tm 4.6-8 1Tm 1.17 6.15-16

  6. O Axioma da ressurreição

    Cremos que Jesus morreu em uma quarta-feira e ressuscitou três dias e três noites depois, período que terminou no sábado, ao pôr-do-sol, exatamente 72 horas depois que fora deposto na sepultura. Esse assunto é bastante extenso; por isso damos aqui apenas o resumo do que ele encerra.

    Mt 12.40 28.1-6

  7. A Segunda Vinda de Cristo

    Cremos no advento de Cristo; por isso, somos adventistas. Jesus cumpriu seu ministério terreno, morreu e ressuscitou, subindo ao céu, de onde viera. Voltará, em sua segunda vinda, para buscar os redimidos, salvos por ele e essa vinda será visível e pessoal

    Jo 17.4At 2.23-24Mc 16.9At 1.9Jo 14.3 Fp 3.20 Hb 9.28 At 1.10-11

  8. A Ressurreição dos Mortos

    Cremos na ressurreição dos mortos, como declara Paulo: “Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos”.

    A ressurreição dos justos dar-se-á por ocasião da volta de Jesus, a dos ímpios, após o milênio. A morte, para o justo, é chamada de sono, pois ele acordará ao som da última trombeta.
    Atos 24.14Lc 14.14Ap 20.51ITs 4.14-16

  9. O Milênio

    Cremos que haverá um período de mil anos, chamado milênio, que acontecerá exatamente entre as duas ressurreições: começará com a ressurreição dos justos e terminará com a dos injustos.

    Durante esse período, a terra estará vazia e assolada, como o abismo. Os justos salvos estarão nos céus, ali realizarão o juízo dos ímpios e dos anjos maus, Findo o Milênio, os ímpios ressuscitarão, e logo, empreenderão, sob o comando se satanás, a última batalha deles contra o povo de Deus; mas serão destruídos pelo fogo eterno e se tornarão cinza sobre a terra. Jerusalém, a cidade eterna, será colocada na terra renovada, para todo o sempre

    Ap 20.4-6 Jr 4.23-26 Ap 20.1-3 Jo 14.1-3 Fp 3.20 Sl 149.7-9 1Co 6.2-3 Ap 20.4 Ap 20.7 Ml 4.3 Ap 20.9-10 Ap 21.1-7

  10. O Juízo Final

    Cremos que todo ser humano passará pelo juízo divino, que será feito com base na santa e imutável lei de Deus, e esse processo determinará qual seja a recompensa de cada um.

    Sl 9.8 Ec 12.14 Ec 12.13 Tg 2.8-12 Rm 2.5-8 2 Co 5.10

  11. A Extinção do Mal

    Cremos que o mal entrou no mundo através da transgressão de nossos pais e que o pecado e a morte passaram para toda a humanidade. Com a Volta de Jesus, tudo se acabará neste mundo. Assim, a causa do mal será eliminada e os seus efeitos serão cessados
    Gn 3.17-18 Rm 5.12 Ap 21.4 20.1-15

  12. 30. A Nossa Terra: ‘‘Lar dos Remidos”

    Cremos que a nova terra será o lar eterno dos remidos do Senhor: promessa há, através da Bíblia, garantindo aos salvos esse lar de paz e vida eterna

    Is 65.17-19 Is 35.1-10 2 Pd 3.13 Ap 21.1 22.1-5