Adoração – Os pilares de nosso lema

Adoração – Proskuneo, sua tradução literal, dá o entendimento de “Beijar a mão ou o piso diante de”. “Cair de joelhos e tocar o chão com a testa como uma expressão de profunda reverência. ”  Prostrar-se em reverência ou reverenciar”.  Adorar a Deus significa prostrar-se – render-se – depender plenamente do trino Deus (João 4: 23).

Adorar a Deus é dar valor plausível ao favor imerecido vindo daquele que se revelou para nós como Deus triúno (Pai,Filho, Espírito Santo), por meio de Jesus Cristo.

“A adoração inclui a expressão, ou o anelo da alma em resposta à revelação que Deus nos faz de Si em Cristo. Inclui o canto, a oração, a leitura das Escrituras, as oferendas, o sermão, as cerimônias: a totalidade da entrega da alma, individualmente e como corpo, a Deus, em resposta a sua graça”.  (W. T. Conner)

Pode-se adorar a Deus em qualquer lugar. (Mateus 18:20). Adoração é um viver diário. Jesus tem prazer na verdadeira adoração:  (Mateus 4:10.) – (João 4:24)  – (Salmo 95:6.)  Adoração contém obediência e santidade.  (1 Pedro 1:15-16.) O verdadeiro adorador entra na presença de Deus para servi-lo e não para ser servido. Um ambiente propício a adoração tem a entrega do adorador de acordo com a Palavra de Deus.  Só assim é possível adora-lo. Adoração é uma ação contínua, o tempo todo e todo o tempo na vontade do Pai.

A maior missão da igreja é adorar a Deus. A adoração deve ser centrada em Deus. Jo 4: 24-. Nossa adoração será vazia se Cristo não for o seu centro.

O culto não é para agradar os homens e nem o louvor a Deus é para entreter. Assim como a verdadeira música vem do céu ela é endereçada ao céu (Sl 40:3). Adoração tem a ver com conteúdo e não com forma. Adoração não é uma questão de performance. Não há uma liturgia, mas sim, o povo de Deus adorando a Deus com sinceridade, verdade, alegria.

Não é o lugar que autentica a adoração, mas a atitude do adorador. (Jo 4:20).  O adorador precisa entender que a sua vida é a vida da sua adoração. A prática da adoração está enraizada na vida do adorador e, esta, jamais pode ser divorciada da pessoa do adorador. O culto racional não é apenas um tempo de louvor que temos na igreja, mas a oferta do nosso corpo a Deus na dinâmica da vida (Rm 12:1).

O que comemos, vestimos e bebemos está adorando a Deus? Nas finanças, na família, na igreja e/ou em qualquer lugar que vamos e estamos, está adorando a Deus? O que estamos lendo, ouvindo e assistindo está adorando a Deus?   “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” (1 Coríntios 10:31)

 

 

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